04/jul/2016

Playlist: Last Year Was Complicated

Depois de muito ouvir o novo álbum do Nick Jonas, Last Year Was Complicated, lançado no dia 10 de junho, resolvi vir aqui contar pra vocês um pouquinho sobre o álbum e o que achei dele.

Assim como o Nick havia anunciado alguns meses antes do lançamento, esse álbum seria um pouco mais pessoal do que os outros. Um pouco mais tarde ele revelou que o álbum se trataria do seu término de namoro com a Miss Universo 2012, Olivia Culpo, sendo intitulado de Last Year Was Complicated (Ano passado foi complicado).

 

1) Close ft. Tove Lo

Dois meses antes do lançamento, o clipe de Close com a Tove Lo foi lançado, superando inclusive as minhas expectativas, rs.

 

Cause space is just a word made up by someone who’s afraid to get too close.

 

2) Chainsaw

Chainsaw foi lançado um mês antes do álbum. E diferentemente de Close, a letra da música é bem direta (e dramática), deixando claro que é difícil seguir em frente quando ainda se gosta da pessoa.

 

Walk in the house, lights are off. In the closet by the door, there’s your coat.I wasn’t thinking of you before.

 

3) Bacon Ft. Ty Dolla $ing

Bacon é uma das minhas músicas favoritas do álbum. O clipe foi divulgado no dia do lançamento de Last Year Was Complicated. E era a música que eu tinha mais curiosidade em ouvir, até porque o nome dela é um tanto como incomum, rs. Ela fala sobre o lado positivo do término. Bacon e outras músicas do álbum me fizeram entender que ele tinha que escolher entre a vida dele e o relacionamento. E essa música evidencia bem o que a relação dos dois o impedia de fazer.

 

The one thing I love more than being with you. And that’s late nights, doing what I wanna do. I got sleep eyes; I woke up like this. Feel like: ‘Aw shit, throw some bacon on it’. One thing I love more than being with you. And that’s no ties, no drama in my life. 

 

4 – Under You

O clipe de Under You foi liberado pelo Tidal na semana do lançamento do álbum, mas sendo lançado somente nessa última semana no Youtube. Mas agora, se eu disse que as outras músicas do álbum eram pessoais…

O clipe mostra a briga dos dois que acaba no chuveiro, com o Nick Jonas sem camisa, rs.

 

I’ve been around the world, but baby you’re my only fix. I was so foolish on some stupid shit, should have never let you out. Knowing that you left messes with my head. Shadows of you haunt me now. So I’ll never get over, never get over not getting under you.

 

5- Unhiged

Apesar de não ter clipe, Unhiged é a música menos comercial do álbum e a que conseguiu fazer com que eu o entendesse mais. A música fala muito sobre a parte dele no relacionamento e o medo dele de se comprometer.

 

You’re not the first to try and diagnose what’s wrong with me. I’ll be the first to admit that I’m hard to please. I’m afraid to find out that I might be right for you, cause it’s one step closer to life with you and that’s not me. And right now my head isn’t screwed on right and I can’t decide what I want.

 

Espero que vocês tenham gostado e que escutem o álbum completo.

Até o próximo post,

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05/abr/2016

Nada.

São as coisas que ficaram nas estrelinhas. É a forma que a tua partida ficou marcada em mim. E todos aqueles momentos que continuam martelando na minha cabeça 24 horas por dia. Tudo que a gente deixou de fazer. Os meus pensamentos que te levam e te trazem de volta a todo instante. E tuas manias que eu ainda não pude esquecer. São tuas fotos que são vistas rapidamente para não doer. O dia 22 de cada mês. Aquele momento que eu escolho para deixar a dor entrar e bater de uma forma que eu nunca li nos livros. Teu cheiro que continua impregnado em mim. E a mancha que nunca saiu do meu vestido. A nossa ancora que agora não te prende mais a mim. A aceitação que não chega. As palavras que são sussurradas toda vez que eu olho para lua. A força que eu seguro o meu colar quando lembro de ti. Uma saudade. Uma pessoa. Será que vai existir alguém que me complete mais do que tu? Ou será que vou viver vazia pelas ruas dessa cidade, desejando que a minha vida fosse o que ela não é? O que será que está sendo de você agora? O que vai ser de mim? E nós, eu ainda posso usar a primeira pessoa do plural? Ou devo mudar para a primeira e a segunda do singular? Singular. Eu por mim. Você por você. Cada um no seu canto. O espaço que nos separa. A vida que segue. Seus planos. O impossível. Essa lista de coisas que não suporto mais. O que já foi. O que era. O que não somos mais. O que somos agora:

 

 

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25/mar/2016

Desabafo.

Queria que as coisas fossem mais simples do que são, ou que ao menos, eu soubesse lidar com a facilidade que há nelas. Ando perdendo a cabeça facilmente com cada história que aparece, ou com o cruzamento delas num momento qualquer da minha semana. Tenho medo de lidar com a perda, mas tenho vontade de que em alguns momentos, ela apareça. Aprecio o outro lado do mundo, mas sinto apreensão de atravessá-lo.

Aquela antiga lista deixou de ter itens. Parei de circular os dias do calendário. Todo dia é só mais um dia e cada um deles parece infinito perante a sua monotonia.  A presença de algumas pessoas continua a me irritar. Mas quem disse que eu consigo soltar a mão e deixar ir embora?

Ah, como eu queria achar esse momento em uma música ou uma poesia. Procuro a vontade de exercer as minhas escolhas, só que tudo o que eu faço é usar os verbos no infinitivo.

Não é madrugada. São três horas da tarde seguidas dos mesmo pensamentos dos outros dias. Não há acontecimentos. Eu estou me tornando o meu medo: me tornar alguém comum. Eu esqueço a minha singularidade e tento me pluralizar. Tenho medo do que você está pensando de mim, mas ao mesmo tempo, fico feliz em saber que você o faz.

Todo dia eu me pego pensando em como as coisas puderam se tornar desse modo nos últimos anos. Procuro um resquício de vida em algumas pessoas. Tento achar onde elas estão ou em que ponto elas ficaram para trás. Tenho a impressão de que não sou eu quem solta a mão, são elas que soltam a minha. 19 anos e ainda não sei qual é o ponto em que devo deixar as pessoas irem. Quando é que se diz que já deu? Se dá um aperto de mão e se vai embora na paz, ou as mágoas são levadas até um provável esquecimento?

Ah, sei lá, acho isso tão estranho. Essa falta de liberdade que me cerca mesmo sabendo que possuo algumas escolhas. Essa minha mania de me incomodar com uma possível observação, mas que ao mesmo tempo, teme em não ser observada. É esse medo do esquecimento que impede meu sono. É o receio de acordar e perceber que tudo que estava ali simplesmente foi embora. Eu nunca sei se a ida vai ser um peso tirado, ou colocado em minhas costas. Afinal de contas, tem males que vem para bem… E também há você.

Tem você que não sai do meio fio. Não sabe se vai ou se fica. Se arrisca ou se risca. Fica nesse leva e traz o tempo inteiro, mas que no final das contas, nunca muda. Não muda em nada. Fica do mesmo jeito. Você aí, e eu aqui esperando pelo momento em que você vai decidir que deu. Você solta minha mão e eu insisto. Não quero que você vá. Não quero esquecer. Não quero ser esquecida. Mas de algum modo você vai. E eu escrevo mais algum texto sobre o que eu queria entender e não consigo.

 

 

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